O presidente de Honra do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Lúcio Vieira Lima, declarou ao OFF News que o partido apresentará o nome do vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, como opção para escolha da candidatura em Salvador.
Lúcio aponta que Geraldo já tem uma base em Salvador, construída no período em que atuou na presidência na Câmara, e, tendo ele como candidato, com certeza irá tirar voto na base de Bruno Reis (UB), que tentará à reeleição.
“O MDB vai apresentar para discussão na base de Jerônimo o nome de Geraldo Júnior, como os outros partidos com certeza apresentação seus nomes. Já ouvi falarem que o PSD irá apresentar Antônio Brito, o PSB Lídice ou Fabíola PSB, o PV Bacelar e o PT a Major Denice e por aí vai. Então os partidos e esses candidatos, no momento adequado, vão se reunir com o governador e no conselho político para definir os critérios para escolha das candidaturas. Se não houver uma união não será fácil ganhar essa eleição. Prefiro ganhar eleição com candidato de outro partido se necessário, estamos em um projeto coletivo e não individual. Não busco hegemonia do MDB sob os demais partidos da base, o que buscamos é hegemonia do governo sob a oposição”, destaca Lúcio Vieira Lima.
“O MDB tem tempo TV, Geraldo Júnior foi importante para eleição jerônimo, tira voto de Bruno, tem nome para estar no jogo. Ninguém pode chegar e dizer que Geraldinho ou que o MDB não tem nome. A discussão entre as candidatura será para decidir quem tem mais condições de ser candidato”, concluiu o ex-deputado federal do MDB.
O presidente de honra rebateu as provocações feitas pelo deputado estadual Hilton Coelho, do PSOL, que declarou que a aliança de Jerônimo Rodrigues (PT) com MDB de Geddel e Lúcio Vieira Lima, “força conservadora e corrupta”, impede frente ampla entre PT e PSOL em Salvador: “Não é verdade, o problema é que se o PSOL entrar numa frente ela jamais será ampla, será restrita. E Hilton, para evitar que se passe recibo, opta por falar abobrinha. O que impede a frente ampla é a preliminar, a escolha dos aliados, e a frente com PSOL nunca será ampla, será sempre restrita”.



