Coronel presta solidariedade a Moro, lembra atentado sofrido e cobra explicações do Exército sobre ações contra entrada de drogas e armas no Brasil

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O senador Ângelo Coronel (PSD) prestou solidariedade ao colega de Casa, Sérgio Moro (UB), alvo de um plano do PCC para matá-lo e que tornou-se público nesta semana.

Na sessão desta quarta-feira (22), Coronel lembrou do atentado sofrido à frente da CPI das Fake News e pediu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que convoque o comando do Exército para que explique o que tem sido feito para evitar que armas e drogas entrem no país pelas fronteiras.

“Não adia te prestar apenas solidariedade. O crime não é organizado. É desorganizado. As armas entram livremente no país; as drogas também”, pontuou Coronel.

Ação

Quando foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, Sérgio Moro foi o responsável pela transferência de líderes da facção criminosa para penitenciárias federais, o que alimentou um ódio da cúpula da principal organização criminosa do país contra ele.

Nesta quarta, nove suspeitos do plano para tirar a vida do senador do Paraná foram presos – seis homens e três mulheres. Dois foram presos em Santa Bárbara d’ Oeste, três em Sumaré, um em Hortolândia, um em Presidente Prudente e dois na capital paulista. Dois suspeitos do Paraná não foram encontrados e são considerados foragidos.

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