O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB) foi categórico ao informar, durante podcast na noite desta segunda-feira (30), que só será candidato a prefeito de Salvador se tiver o apoio do governador, Jerônimo Rodrigues (PT), e se foi o candidato único da base, em uma referência ao modelo de pulverização de candidaturas que resultou em uma derrota do grupo do PT em 2020.
“Não posso ser candidato por mim mesmo. Serei candidato se for interessante ao grupo político a que pertenço. A decisão será tomada por Jerônimo Rodrigues. Se ele disser que serei candidato do grupo, vou executar como tudo que fiz em minha vida. Estou à disposição do meu grupo político, meu partido, para missão designada”, destacou o político.
“Só serei candidato se for único e se for escolhido por Jerônimo Rodrigues. Isso tenho direito de escolher. Não vou me arvorar a ser candidato de mim mesmo. Só saio candidato se for com apoio de Jerônimo; ele dizendo: meu candidato do grupo se chama Jerônimo como o único”, reforçou Geraldo Júnior.
Questionado se estaria disposto a ir para o PT para viabilizar sua candidatura, o político do MDB pontuou que não seria necessário.
“Não há necessidade; nesse grupo político não existe imposições, você está costumado com o modelo do outro grupo, que diz tem que fazer assim […]. Temos uma excelente relação; quando digo nós, falo dos partidos políticos. Quero dizer, estou satisfeito no MDB, sou bem tratado e respeitado pelo meu partido. Não há nada que me force sair do meu partido”, ressaltou o vice-governador da Bahia.
Geraldo Júnior também afagou: “Quem não queria um dia está no PT, sendo candidato na majoritária ou legislativa?”.



