Lúcio Vieira Lima vê ‘crime político premeditado’ em empurra-empurra de Márcio Marinho, ACM Neto e Bruno Reis com relação a Marcelo Nilo

Lucio Vieira

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O presidente de honra do MDB, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima avalia que o empurra-empurra da responsabilidade com o futuro político do deputado federal Marcelo Nilo, que ficou na 1º suplência do Republicanos, é indício de que houve uma premeditação tanto na recusa de alocar Nilo na vice, como na decisão de não promover um deputado federal da legenda como secretário de Salvador para o ex-presidente da ALBA se manter em Brasília.

“Essa situação confirmou que o crime político contra Marcelo Nilo foi premeditado. Foi homicídio político premeditado. O cara pega, chama o cara, tira a vice e pergunta se pode ser candidato a deputado para ajudar, depois de ter aberto as bases, aí o cara diz que pode. Ele perde e ao invés de abrigar o cara, deixa sem nada. Neto poderia ter dado uma secretaria para Nilo, já que vimos que foi ele quem escolheu boa parte dos secretários. Bruno também poderia ter dado, com base no que ele disse, que a reforma foi para melhorar o secretariado – ou seja, os que foram trocados eram piores -, e Marcelo sem dúvida tem capacidade e preparo, iria melhorar o que assumisse”, avalia Lúcio Vieira Lima.

“O Republicanos poderia ter dado uma secretaria para ele, já que ele ficou fora da vice. O que foi que Marinho disse? Que o problema não é do partido, é de quem trouxe Nilo; com isso ele confirma que quem trouxe foi Neto e ele deveria se movimentar para ajudar o cara. Pelo secretariado escolhido Neto não pode dizer não opinou, que o prefeito é Bruno Reis”, conclui o presidente de honra do MDB.

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