Com a decisão do PSOL na Bahia de apoiar o candidato do PT, Jerônimo Rodrigues no segundo turno da disputa pelo Governo da Bahia, Tâmara Azevedo convoca os seus quase 120 mil eleitores para ajudar a derrotar ACM Neto.
“Nossa principal obrigação na Bahia é lutar contra ese coronelismo, contra o novo carlismo representado por ACM Neto. Fizemos no primeiro turno de forma veemente e vamos continuar lutando agora no segundo turno, colocando toda a força da nossa militância à disposição da candidatura de Jerônimo”, destacou a psolista, candidata ao Senado pela sigla este ano.
Tâmara obteve o melhor resultado do PSOL nas últimos 22 anos na Bahia, com mais de 119 mil votos em um recorde do partido na eleição estadual – tanto para o Governo quanto ao Senado.
O apoio de Tâmara pode ser fundamental para reverter o resultado do PT em Salvador, onde ACM Neto venceu por cerca de 200 mil votos à frente. Mais da metade dos votos recebidos por ela foram da capital baiana. A gestora confia ainda em ter ao seu lado parte do eleitorado feminino que se identifica com as pautas defendidas por sua candidatura.
“Nós vamos redobrar a nossa força em Salvador, onde tivemos mais da metade de nossos votos, e ajudar a derrotar ACM na cidade onde ele governou e ignorou os problemas sociais por oito anos”, disparou.
Segundo Tâmara, o mote da campanha de Neto que o coloca como ‘melhor Prefeito do Brasil’ não correponde à realidade.
“Quem definiu isso? Cadê as pessoas que concordaram que ele foi o melhor do Brasil? Sinceramente, os índices da nossa cidade estão longe de mostrar um suposto trabalho bem feito, pelo contrário. Somos a capital do desemprego e cada dia vemos aumentar o número de pessoas em situação de rua, sem nenhuma ação da Prefeitura, hoje ocupada pelo braço-direito de Neto e o seu sucessor”, aponta Tâmara.
Na eleição nacional, Tâmara reforça a necesssidade da união da juventude e dos diferentes movimentos sociais para endossar ainda mais a campanha de Lula (PT) e ajudar a derrotar Bolsonaro.
“Desde o primeiro turno o PSOL caminha com Lula, optando por não lançar candidato próprio, compreendendo a urgência que o Brasil vive. Agora, no segundo turno, vamos mostrar ainda mais a nossa força e ajudar a expulsar de vez Bolsonaro do Palácio do Planalto”, complementa.



