O candidato ao governo da Bahia com o apoio de Jair Bolsonaro (PL), João Roma (PL), declarou que os prefeitos de Cruz da Alma, Serrinha e Porto Seguro, cidades polos, já declararam apoio a sua candidatura.
Os prefeitos de Cruz da Alma e Serrinha são ‘contados’ pelo pré-candidato ACM Neto (UB) entre o rol de seus apoiadores.
“Temos vários prefeitos que nos apoiam, prefeitos destacados como Jânio Natal de Porto Seguro, como Ednaldo Ribeiro de Cruz das Almas, que hoje tem 87% aprovação, Adriano de Serrinha, são vários prefeitos que estão conosco nesta caminhada, mas o que se sabe é que essas fichas não são determinantes na eleição, cabe lembrar primeira eleição de Paulo Souto, tinha quase 400, e perdeu para Wagner. E quando chega o sentimento de mudança, em uma campanha majoritária, o que se dá é o sentimento de mudança no coração das pessoas”, destacou Roma.
Roberta
O político também negou que sua esposa esteja sendo privilegiada no PL e voltou a dizer que ACM Neto atua para impedir que sua esposa seja eleita deputada federal.
“É natural, Roberta não só tem as opiniões dela, como também tem a agenda dela. Neste final de semana ela esteve no sábado em Conceição da Feira, antes da convenção esta em Santo Antônio de Jesus em uma programação intensa, então eu vejo com muito entusiasmo o gosto e a participação de Roberta na política. Ela não é apenas minha companheira, é protagonista da minha vida pública, ao meu lado exercia vida pública. Diferente de pessoas que fazem de tudo para que ela não consiga ir adiante, como o ex-prefeito de Salvador, que fica milimetricamente fica tentando tirar liderança, impedindo sua caminha para que ela seja deputado federal, mas o povo está vendo”, destacou Roma.
Questionado sobre a morte de uma apoiador do presidente em Ibotirama, o ex-ministro evitou classificar o caso como crime político, como tem feito alguns bolsonaristas, como mostrou o OFF News.
“Eu vejo com muita preocupação, porque entendo que política é avanço civilizatório da sociedade. Antes era barbárie, quando um discordava do outro um se matava. Não é isso que queremos para o Brasil e não é essa nossa tradição. É uma das eleições mais acirradas, mas temos que pregar cada vez mais da civilidade. E que a disputa, que é legitima do processo, não perca seu brilho para violência. Nunca foi tão fácil escolher, mas precisamos fazer isso com diálogo”, destacou Roma, citando um vídeo em que gravou pedindo paz.



