Jaques Wagner quer Coronel mais próximo da campanha de Jerônimo e provoca ACM Neto: “avô sabia o que queria e dizia quem apoiava”

Jaques Wagner

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O senador Jaques Wagner (PT) avaliou, em entrevista à rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (18), que o seu colega de Senado Federal, senador Angelo Coronel (PSD), anda distante da pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo do Estado.

“As pessoas têm comentado que ele está distante. Os filhos dele estão na campanha, obviamente, porque concorrem a cargos, mas ele está distante. Precisa comparecer mais. Ele é senador da República do grupo. Não precisa ser chamado para nada. Tem enorme espaço. Basta comparecer”, ressaltou Wagner.

O político entretanto descartou que Coronel esteja fazendo campanha para o adversário, em referência ao pré-candidato ACM Neto (UB), e prometeu trazê-lo para mais perto: “é a forma dele de proceder. Mas vou ligar para ele e aproximar, porque precisamos de mais força para vencer as eleições”.

O petista voltou a mirar ACM Neto (UB), ao avalia que a opção por um palanque aberto feita pelo político destoa do caminho escolhido por seu avô, Antônio Carlos Magalhães.

“É rolha na água, onde o mar levar, ele vai. O avô dele sabia o que queria e dizia quem apoiava. Apoiou Collor e ficou lá. Só não foi para a cova com Collor. Ele é um pongador. Ponga nas obra do governo. Ponga nos candidatos. Quando era conveniente, ele dizia que era só Neto. Não era ACM. Agora, usa até a música do avô. Ele não se define”, criticou Jaques Wagner (PT).

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