O governador da Bahia, Rui Costa (PT), reafirmou que se tratam de “calúnia e fake news” as informações sobre o cancelamento de vários convênios firmados pelo estado com municípios, como mostrou o OFF News e confirmou com o presidente da União de Prefeitos da Bahia, o gestor de Jequié, Zé Cocá (PP).
Uma planilha com informações sobre o cancelamento de vários convênios circulou em grupos de whatsapp de prefeitos e provocou em massa de gestores à UPB.
“Quero reafirmar que a mentira, a calúnia e a fake news não vencem nada; a verdade sempre vence, pode demorar às vezes um dia, dois dias, mas a verdade sempre vence. Então, vamos trabalhar, aprendam a trabalhar ao invés de espalhar fake news. Todos os convênios estão mantidos. Eu aprendi com a minha mãe uma coisa, ela dizia: ‘para quem nasce no morro, na favela, quem nasce em condição de pobreza, só tem uma coisa na vida: a palavra e a vergonha na cara’; isso nunca esqueci e todos os meus compromissos foram e serão honrados com todos aqueles que eu dei a palavra”, destacou Rui Costa em entrevista após inauguração de uma ponte em Jequié, nesta sexta-feira (15).
O governador afirmou que não está preocupado se as entregas das obras conveniadas ocorrerão ainda em sua gestão. Ele prometeu seguir participando das entregas até o fim do seu mandato, em dezembro.
“Então, parem de espalhar mentira, eu sei que o desespero de vocês é grande, mas o povo da Bahia conhece o seu governador. Eu não estou preocupado se nós vamos entregar tudo, por exemplo, hoje eu esta iniciando a construção de uma escola; então, no passado é que os políticos ficavam fazendo conta: quanto tempo demora essa escola aí? Ela vai concluir em janeiro; ‘em janeiro não estou como governador eu não vou fazer mais escola não’. Eu não penso assim, eu não faço escola para eu estar presente na inauguração, eu faço escola porque os alunos estão precisando de uma escola moderna, que tenha laboratório, que tenha complexo poliesportivo, que tenha teatro, é essa escola que nós vamos construir. Se vai concluir em janeiro ou fevereiro, isso não importa, o que importa é que os alunos ano que vão estudar nessa escola, eu não preciso estar presente”, pontuou Costa.
“Essa não é a minha conta de quantas obras vão concluir em meu governo, porque senão eu não estava iniciando mais obra nenhuma, obra que demora 10 meses, 9 meses, eu não estava mais iniciando e eu vou continuar iniciando as obras porque elas são necessárias. Obras de saúde e educação, obras de estrada, então, vamos continuar trabalhando eu fui eleito para quatro anos e vou trabalhar os quatro anos”, concluiu o governador da Bahia.
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