O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Geraldo Júnior, mantém a afirmação de que o projeto contendo a LDO só chegou na manhã da última segunda-feira (11) ao Paço Municipal.
Governistas alegam que o texto foi devolvido na última sexta-feira (8).
O e-mail chegou às 11 da noite do dia 08 de julho, o que não é plausível aceitarmos, já que as restrições da pandemia acabaram, conforme revogação dos decretos de isolamento da própria prefeitura, afirma.
Lembro ainda que vamos nos debruçar sobre a resposta do Executivo, mas como estamos em recesso iremos fazer isso quando retornarmos, disse o presidente.
As incongruências e distorções devem ter sido corrigidas, caso não as tenham, não iremos hesitar em adotar as medidas necessárias para essas correções.
Continua o presidente da Câmara, dizendo que a “devolução da LDO se baseou em Critérios Técnicos” apontados por especialistas de diversos segmentos profissionais”.
Um parlamentar ouvido que preferiu se reservar para evitar a perseguição afirmou “que tem sido a regra na prefeitura”, enviar os projetos de qualquer forma. A nova análise prévia será feita após o recesso que acaba no dia 02 de agosto, “quando teremos a oportunidade de continuar trilhando o caminho do trabalho em prol da cidade do Salvador”, afirmou.
Diferente de como antecipado por um jornal impresso, até a tarde da sexta-feira a Câmara não recebeu oficialmente de volta a matéria contendo as prospostas para LDO de 2023. “
Não se sabe como a notícia no jornal saiu antes do fato, aí correram para entregar e agradar as forças ocultas, ressaltou o presidente Geraldo Junior, que se mostra disposto a liberar o PL para votação.
“Somos um Poder independente. E isso vale para parlamentares que acham que agindo dessa forma estarão se cacifando para à presidência da Casa que será exercida por Muniz, caso Deus e o povo baiano, assim permitirem, assumir a vice-governadoria, ao lado de Jerônimo Rodrigues próximo governador da Bahia” concluiu o parlamentar do MDB.



