O deputado estadual Robinson Almeida (PT) reagiu à notícia do Jornal Correio* desta segunda-feira (4), que liga o surgimento de facções criminosos no estado ao início das gestões do Partido dos Trabalhadores.
Segundo o petista, o aumento do número de crimes é motivado por uma mudança governamental, que passou a não mais esconder ou maquiar os índices da violência no estado.
“A subnotificação dos homicídios era a forma que a Oposição usava para mascarar os homicídios. Antes dos governos populares, até auto de resistência não entrava na estatística oficial de crimes letais. Tudo com a proteção dos veículos de comunicação da família de ACM Neto, que atuam politicamente até os dias atuais”, provocou Robinson Almeida.
Na matéria, o Correio* afirmou:
“Na Bahia, 76.736 vidas foram ceifadas em 13 anos, segundo o Atlas da Violência – uma média de 5,9 mil pessoas assassinadas, por ano, entre 2007 e 2019. Para se ter uma ideia, 391 cidades baianas possuem uma população menor que o número total destas mortes violentas pesquisadas. Pior: o principal motivo desta violência é o aumento da criminalidade associado à expansão das facções pelo território baiano. […] Toda essa movimentação aconteceu logo após o controle do PT sobre o estado, começando com a vitória de Jaques Wagner na disputa de 2006, seguida pela sua reeleição em 2010 e dois mandatos do atual governador, Rui Costa, eleito em 2014 e reeleito em 2018”, diz jornal Correio.
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