Urgente: Rui Costa provoca ao responder críticas: “tem gente que considera fazer política os conchavos, os acordos espúrios as negociações com prestador de serviços”

Jaques Wagner, Rui Costa e Angelo Coronel

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O governador da Bahia, Rui Costa (PT), provocou, durante coletiva na Bahia Farm, nesta segunda-feira (1), ao responder uma pergunta sobre as críticas recorrentes que tem sido feitas a ele, de que não “sabe fazer política”.

O político tem sido comparado com seu antecessor, Jaques Wagner (PT), que teria habilidade maior para condução das negociações, enquanto Costa teria um perfil mais técnico.

“Eu considero que eu faço muita política, depende do conceito de política, né; tudo na vida depende do conceito do que você usa para fazer. Tem gente que diz que é religioso porque vai à igreja todo domingo, mas chega em casa bate na família, espanca filho, maltrata as pessoas na rua, humilha as pessoas e se diz religioso, isso para mim não tem nada de religioso. Como minha mãe me ensinou, tão importante quanto frequentar a igreja todo domingo, são as atitudes que nós temos da porta da igreja para rua; é esse comportamento cotidiano que fala na verdade da nossa relação com Deus, com a fé”, pontuou o governador.

“Tudo depende o que você define tem gente que considera fazer política os conchavos históricos, os acordos espúrios, as negociações de bastidores com prestador de serviços do estado. Tem gente fosse para fazer política atuar em benefício próprio, dos seus negócios, das suas empresas. Eu acho que fazer política é isso que nós estamos fazendo aqui hoje. Toda vez que eu recebo e recebi ao longo do meu mandato empresários do Oeste, agricultores familiares para discutir pauta, demandas para que eles pudesse, aumentar a produção, aumentar o emprego, melhorar a vida das pessoas, isso é fazer política, a política do bem, a política da produção, a política do Emprego. A política séria. Fazer demagogia, fazer retórica em ano eleitoral, bravatas, isso para mim faz parte da velha política. Então de fato eu não tenho nenhuma identidade com essa velha política; esse jeito novo de governar, que prioriza o diálogo, prioriza a seriedade no trato da coisa pública, e graças a Deus talvez esse jeito novo é que ganhou a identidade, o reconhecimento do Povo da Bahia. Por isso que na história da Bahia eu sou o governador que foi eleito com o maior número de votos”, completou Rui Costa.

Em tom de ironia, o gestor disse que fica feliz quando os “políticos velhos na mentalidade” tecem críticas contra ele: “Então eu fico feliz porque se os políticos velhos, não velhos na idade, velhos na mentalidade me criticam, o povo abraça e aplaude esse jeito novo de governar, onde a politicagem é colocada de lado e é priorizado o trabalho de cuidar das pessoas, cuidar da produção, cuidar do emprego, cuidar dos que mais preciso e dialogar com todos.

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