Jerônimo rebate fala sobre “cansaço do PT” e provoca ACM Neto e Roma: “quem deve estar cansado é o time do atraso, que não acompanha Correria de nosso governador” 

Jerônimo

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O pré-candidato ao governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), rebateu, em entrevista à Nova Brasil FM na manhã desta quinta-feira (5), o discurso usado por aliados e pelos adversários ACM Neto (UB) e de João Roma (PL), de que há um cansaço das gestões do PT na Bahia.

Segundo Jerônimo, há um cansaço é na Oposição, que não acompanha “a correria do governador”.

“Reconhecer que governar quatro mandatos, e vamos para o quinto, para o penta no 1º turno (essa é a expectativa e trabalho); e a vinda de Geraldo dá um gás… Quem deve estar cansado é o time do atraso, que não acompanha a correria do nosso governador, do nosso time. Rui está chegando agora a 850 viagens, cada viagem não é para ver o prefeito e voltar, ele visita escola, hospital, vai em delegacia, tudo com a mesma correria. Me parece quem anda dizendo que que há cansaço; realmente quem cansa é a Oposição de ver essa situação. Rui está fazendo isso sem dinheiro federal, até BR ele está fazendo”, destacou Jerônimo Rodrigues.

O petista voltou a provocar o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, pela opção de manter um palanque aberto, acolhendo os eventuais candidatos ao Palácio do Planalto que forem lançado por cada partido de sua base.

“O ex-ministro [João Roma] assume a responsabilidade e tem pré-candidato [Jair Bolsonaro]. O ex-prefeito nunca diz, fica querendo pegar ponga, embora ele e os partidos que estão com ele estão todos no governo do atual presidente. Esse casamento entre o 13 estadual e o 13 nacional vai acontecer. Não entramos nem ainda na pré-candidatura. É natural estabilidade que o Lula sofreu com a imprensa batendo de dia e noite. Faremos justiça elegendo um presidente que gosta de gente”, pontuou o pré-candidato ao Palácio de Ondina pelo PT.

Mudanças

Ao ser questionado sobre a mudança do vice-governador da Bahia, João Leão (PP), que decidiu que irá disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados e no seu lugar colocou o deputado federal Cacá Leão (PP), seu filho, na disputa ao Senado Federal, o petista respondeu com provocações: “[..] Ele [o PP] teria que colar com o presidente atual, já estava combinado. A sensação que eu tenho é como se fosse um gelo fora da geladeira que vai sofrendo com as baixas. É mais uma baixa a troca do vice por outro candidato e revela insegurança que a Bahia pode sofrer com essa mudanças de combinação de jogo e de regra. Não dá para fazer as mudanças com o jogo iniciado”.

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