O senador Otto Alencar (PSD) mirou o presidente da UPB, Zé Cocá (PP), durante discurso nesta sexta-feira (18), no ato de entrega do hospital Afrânio Peixoto, em Vitória da Conquista, após o gestor escolher desembarcar da base do governador Rui Costa (PT) para acompanhar o vice-governador e presidente do PP, João Leão, na aliança construída com ACM Neto.
“Quantas vezes ao seu lado e ao lado de Wagner nós inauguramos hospitais pela Bahia. Esse é um dever nosso, até porque 80% da população depende do sistema de Saúde. Quero saudar os prefeitos todos, em nome do prefeito Quinho (prefeito de Belo Monte do PSD), que há pouco falou, que é vice-presidente da União das Prefeituras da Bahia, que em momento nenhum fraquejou; como foi o caso do outro que fraquejou depois de passar e deixar as pegadas dele na estrada com Rui Costa ao longo de muito tempo e de ter sido prefeito com o apoio do governador. Quinho, você está de parabéns, porque você honrou seu compromisso. Saudar todos os prefeitos que estão do nosso lado”, destacou Alencar.
O parlamentar do PSD chamou o candidato Jerônimo Rodrigues (PT) da tribuna e declarou que juntos irão vencer o pleito ao controle do estado.
“Temos o que mostrar. O que vai acontecer nesta eleição de 2022 é exatamente a analise de dois projetos. Queremos mostrar o projeto que avançou, o trabalho que reduziu as desigualdades sociais de nosso povo. Me perguntaram qual era o perfil de Jerônimo, eu disse: professor, trabalhador, origem humilde; não é origem humilde que define o homem, o que define é o conteúdo do caráter, que você tem de sobra; venha Jerônimo, vamos andar juntos pela Bahia para que possa prosseguir e andar no caminho do desenvolvimento social, e vamos ganhar, vamos trabalhar e vencer”, ressaltou o parlamentar do PSD levantando as mãos do secretário de Educação.
Otto criticou o governo Bolsonaro, que segundo ele perseguiu o estado da Bahia.
Ele lembrou que foi a partir da instalação da CPI da Pandemia que Jair Bolsonaro (PL) se movimentou para comprar vacina Covid. Ele também atacou os aliados de Bolsonaro na Bahia, que segundo ele constituem uma aliança que não é o que a Bahia precisa para construir seu futuro.
“Obrigamos o governo a comprar vacina para imunizar tantas pessoas. Esse trabalho nosso com muita coragem, eu tive duas vezes o meu celular clonado, investigado, mas não me faltou coragem para levantar a bandeira da saúde. O presidente pensou que iria marcar a Bahia, que ao não passar recurso para Bahia iria encontrar um baiano que se renderia a ele; como muitos se entregaram a ele, muitos se entregaram logo, outros se entregaram recentemente em uma aliança que não consideramos ser aquilo que a Bahia precisa para construir seu futuro. Ele encontrou aqui um governador com coragem. Marcou, cercou o governo da Bahia, mas encontrou a altivez, a determinação do governador da Bahia com os prefeitos, com os deputados, com todos nós”, pontuou Otto Alencar.
O senador também pediu voto de seu partido para Lula: “Tentei fazer meu partido apoiar o Lula, infelizmente não consegui, mas na Bahia eu peço que marchem com ele para que possa ser o grande presidente do futuro da Bahia”.



