Doria, Tebet, D´Avila e Moro, membros da 3º via, cobram de Bolsonaro um posicionamento contra os ataques russos na Ucrânia em manifesto

Bolsonaro Putin

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Os presidenciáveis da 3º via, Sergio Moro, Simone Tebet, João Doria e Luiz Felipe d’Avila, membros da chamada Terceira Via, divulgaram nesta terça-feira (1º) um manifesto em que condenam a invasão da Ucrânia pela Rússia (foto) e cobram que Jair Bolsonaro se posicione pela soberania ucraniana.

“Nós, pré-candidatos à Presidência da República, tornamos público o nosso repúdio à invasão da Ucrânia e oferecemos a nossa solidariedade ao povo ucraniano. Pedimos à Rússia que retome o caminho da diplomacia para a restauração da paz. Pedimos ao governo brasileiro que se posicione e que se una às nações que defendem a soberania da Ucrânia e a solução pacífica do conflito”, diz comunicado endereçado a Bolsonaro.

Jair Bolsonaro afiirmou em coletiva na última segunda-feira (28) que defende a “neutralidade” entre Rússia e Ucrânia.

Simpático a Vladimir Putin, Bolsonaro esteve com o presidente da Rússia em Moscou, no dia 16 de fevereiro, uma semana antes da invasão.

Leia íntegra do manifesto dos candidatos da Terceira Via:

“A defesa da paz, da soberania nacional e da legitimidade da ordem internacional sempre pautaram a política externa brasileira. Quando esses princípios cardinais são violados, não há espaço para neutralidade. É preciso defendê-los de maneira inequívoca por meio de nossas escolhas e ações.

O ataque militar à Ucrânia, país soberano, pela Rússia é uma tentativa condenável de mudar status quo da Europa por meio da força, estimula a retomada de uma corrida armamentista e coloca em risco a soberania de países que lutaram contra as tiranias por liberdade e inserção na comunidade das nações.

Portanto, nós, pré-candidatos à Presidência da República, tornamos público o nosso repúdio à invasão da Ucrânia e oferecemos a nossa solidariedade ao povo ucraniano.

Pedimos à Rússia que retome o caminho da diplomacia para a restauração da paz.

Pedimos ao governo brasileiro que se posicione e que se una às nações que defendem a soberania da Ucrânia e a solução pacífica do conflito.”

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