Entidades da área do direito e da medicina emitiram comunicados em defesa da pré-candidatura do senador Jaques Wagner (PT) ao governo da Bahia.
Wagner comunicou na última quinta-feira (24) sua desistência da disputa para que o seu colega de partido, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), possa concorrer ao Senado Federal.
O senador Otto Alencar (PSD) foi o nome escolhido para substituir o petista.
Com Otto na cabeça de chapa, a vaga ao Senado, a qual já manifestou o desejo de concorrer novamente, ficaria livre para o chefe do executivo estadual ocupar caso eleito.
Com a saída de Rui do governo, o vice-governador da Bahia, João Leão, assumiria um mandato tampão por nove meses. A tese como mostrou o OFF News agrada pepistas.
Defensores públicos, professores de Direito, advogados e procuradores divulgaram uma nota em apelo para que o o senador Jaques Wagner mantenha sua candidatura: “entendemos que Jaques Wagner representa a opção mais segura eleitoralmente no momento para que as forças sociais e os partidos políticos do campo progressista ampliem o acesso da população aos seus direitos”.
O coletivo Médicos e Médicas pela Democracia também emitiu nota em defesa velada da candidatura do petista ao governo.
No texto, os profissionais da saúde destacam a importância da eleição de um governo progressita, que possa garantir direitos básicos da população, como o fortalecimento do SUS, da educação da soberania nacional e etc.
Citando o período pandêmico, o coletivo reafirmar que neste contexto de reconstrução do país, é preciso que “a decisão quanto à sucessão do governo da Bahia seja feita a partir das discussão com as bases partidárias e os movimentos sociais”.
Movimentos sociais e partidos da base do PT estão em um movimento articulado para pressionar o senador Wagner a mudar de ideia e retomar candidatura ao governo.
Leia comunicado na íntegra:




