Em evento do banco BTG Pactual, na noite da última nesta quarta-feira (23), o pré-candidato ao comando do Brasil, Ciro Gomes, descartou a possibilidade de apoiar Lula em um eventual 2º turno contra Jair Bolsonaro.
“Nunca mais farei campanha para bandido nesse país, nem que o pau tore. Por isso eu tenho que estar no segundo turno”, ressaltou o presidenciável do PDT, sem citar nominalmente o ex-presidente e seu virtual adversário.
Ciro deu as declarações ao responder a uma pergunta sobre se irá para Paris caso não esteja no segundo turno, como fez em 2018. Para os petistas, a viagem frustrou as expectativas de apoio dele à candidatura de Fernando Haddad. “Eu não fui para Paris para não votar. Eu voltei e votei no Haddad”, afirmou o pedetista.
O ex-ministro voltou a contestar as análises que apontam não haver, na disputa de 2022, espaço para crescimento de um nome alternativo a Lula e Bolsonaro. Também discordou que Sergio Moro, à sua frente em algumas pesquisas, seja o candidato mais competitivo da Terceira Via.
Ciro prometeu ainda que, se eleito, acabará com o Orçamento secreto e levará a plebiscito projetos que enfrentem resistência no Congresso.



