A força-tarefa instalada pelo governo federal para assistência às vítimas das chuvas na Bahia, encabeçada pelo Ministro da Cidadania, João Roma, e o pagamento do novo Bolsa Família, são dois principais fatores que podem explicar a redução da avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro, em 5%, entre dezembro e janeiro, constatada através da pesquisa Quaest/Genial, divulgada nesta quarta-feira (12).
No início de dezembro, Jair Bolsonaro esteve no extremo sul e fez um sobrevoo em cidades atingidas pelas chuvas. Ele participou de uma carreata pelas ruas de Itamaraju, onde teve o episódio de agressão contra uma jornalista por um de seus seguranças.

A rejeição do governo Bolsonaro que era de 61%, e que há três meses estava na casa dos 60%, caiu para 56% entre dezembro e janeiro.
Em contrapartida, subiiu a avaliação positiva da gestão Jair Bolsonaro. A avaliação positiva que estava em 14% em dezembro subiu para 19% em janeiro.
Os números surpreendem os críticos do governo, que esperavam uma queda na aprovação e um aumento na rejeição pelo fato do presidente não participar in loco das ações no extremo sul, optando por tirar férias em São Paulo e Santa Catarina.



