O vice-líder do governo Rui Costa na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Robinson Almeida (PT), utilizou uma rede social para alfinetar o a “turma do DEM”, que na Bahia é encabeçada por ACM Neto (DEM).
“Por décadas Salvador e a Bahia viveram com sua estrutura de saúde defasada e centralizada. Com a turma do DEM, antigo PFL, a Bahia ficou 20 anos sem que um hospital fosse inaugurado. Com o governo Jaques Wagner iniciamos o processo de interiorização, com a construção de Hospitais Regionais, de estruturas de saúde de média e alta complexidade. Com o governador Rui, apesar do contexto adverso, de cortes e perseguição nacional dos governos aliados do DEM, consolidamos os investimentos, implantando novas unidades, como o Hospital da Mulher, e construindo mais de 20 Policlínicas em todas as regiões da Bahia, o que ajudou a desafogar o sistema de média e alta complexidade em Salvador. Os governos liderados pelo PT, portanto, fizeram o maior investimento em saúde pública da História do nosso estado”, destacou Almeida durante assinatura da Ordem de Serviço para implantação do Hospital Ortopédico da Bahia e do Centro de Educação, Inovação e Formação da Bahia (CEINFOR), no bairro do Cabula, na manhã desta segunda-feira.
O petista lembrou das ampliações do Hospital Geral do Estado (HGE 2) e do Roberto Santos, da construção do Hospital do Subúrbio, do novo Instituto Couto Maia (Cajazeiras), do Hospital Metropolitano, da implantação do Hospital da Mulher e das construções das Policlínicas de Narandiba e de Escada (Suburbana), além de Unidades Básicas de Saúde e dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
“Nos governos do PT Salvador recebeu investimentos que transformaram, pra melhor, o atendimento de média e alta complexidade dos baianos. A construção de novos Hospitais, a ampliação das estruturas existentes e a construção de Policlínicas pelo Governo do Estado, que em breve será entregue em Narandiba e Escada, tornaram a capital dos baianos e a Bahia referência nacional, mesmo sofrendo com o contigenciamento do SUS, imposto depois do golpe, por Michel Temer, e com o não credenciamento no Sistema Único de Saúde das novas unidades pelo desgoverno Bolsonaro, numa perseguição implacável à Bahia”, refletiu Robinson Almeida.



