Após críticas ao furo do Teto de Gastos, Guedes ataca ex-ministros da Economia

Paulo Guedes

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, atacou os economistas Maílson da Nóbrega, Affonso Pastore e Henrique Meirelles, chefes da pasta em governo anteriores e críticos de suas ações e expectativas. que integraram governos anteriores.

Ao lado de Bolsonaro durante caminhada no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, o ministro classificou as queixas do ex-integrantes como infundadas.

Questionado sobre criticas de Henrique Meirelles, ministro durante a criação do Teto de Gastos, que afirmou na semana passada que a âncora fiscal só faz sentido se mantidade, Guedes afirmou:

“Ele é Candidato. Ele trabalha para qualquer partido, a qualquer momento, em qualquer lugar e a qualquer hora. […] O que ele fez? Deu 3 aumentos de salário, garantiu 3 anos. Nós, no 1º ano, tivemos que dar aumento de salário que ele contratou no governo dele. Tanto que fizemos uma lei que impede alguém de aumentar uma lei para outro governo pagar. Ele aumentou 3 anos seguidos o salário, calculou até onde ficava o teto, para deixar ele fazer esse excesso de gastos, e aí botou o teto e saiu correndo. Não fez a reforma da previdência, não fez a reforma tributária, não fez nada. Só botou o teto e saiu correndo”, ironizou Guedes.

Ele também respondeu a Maílson da Nóbrega, que definiu como alguém que “levou o Brasil para 5.000% de inflação, com a política do feijão com arroz dele. Então, ele levou o governo brasileiro ao caos, a hiperinflação”.

Sobre Affonso Pastore, Guedes lembrou o período de atuação do ex-ministro: “era um bom amigo, era um economista com um passado razoável. Não tem um bom treinamento e equilíbrio geral. Ele não está entendendo o que estamos fazendo. Fica me xingando, me atacando, atacando o governo… Ele serviu a um governo militar. Ele fica falando: “O Paulo Guedes fica ajudando o Bolsonaro”. Bolsonaro é um presidente democraticamente eleito. […] Não fez nada e está me criticando por ajudar um presidente democraticamente eleito. Ele ajudou um governo que não foi democraticamente eleito. Tinha que ficar quieto e ter uma velhice digna”.

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