Em franca campanha pelo Brasil, o ex-presidente Lula aderiu ao modismo e na manhã desta quarta-feira (20), em entrevista à Rádio A Tarde FM, afirmou que ano que vem é que será definido seu futuro político.
“Estamos em outubro de 2021, vivendo resquício da pandemia que não acabou, que deixou crianças órfãos. O momento que estamos passando é de muita fome no Brasil, desemprego muito grande. O número de pessoas desempregadas já passam de R$33 milhões. É o momento de discutir o problema da fome, emprego e salário, para depois discutir eleição. Começo do ano, fevereiro ou março, estarei definindo se sou candidato ou não, para depois viajar o Brasil para discutir. Vou participar da campanha, em qualquer circunstância, como cabo eleitoral, candidato ou eleitor”, destacou o virtual candidato à Presidência da República.
Lula afirmou que quem governa o país é o ministro da Economia, Paulo Guedes: “Quando lê no jornal 19 milhões de pessoas passando fome. 14 milhões desempregado e 34 milhões vivendo de bico, empregos informais, sem 13º, férias, seguro acidente de trabalho; estamos voltando a um tempo de esquecimento pelo estado brasileiro. A prioridades são as questões sociais para depois pensar na campanha. O presidente atual não governa o país. O País está sendo governador pelo ministro economia que parece uma coisa alucinante, não tem um rumo, não cumpre as metas que ele mesmo estabeleceu”.
Lula destacou que quem irá decidir o futuro do país não será “Lula, Ciro, Mandetta, Bolsonaro”, é “o povo”. Ele destacou que crê em um acordo entre partidos progressistas: “vamos construir uma aliança, uma candidatura única, mas isso só será apresentado a partir de março, quando jogo começa”.
Ele também defendeu que o novo programa que Bolsonaro quer criar não seja de apenas R$400, mas de R$600 [valor início do programa em 2020].
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