O presidente do Partido dos Trabalhadores na Bahia, Éden Valadares, reagiu à estratégia do presidente do Democratas, ACM Neto, de tentar ligar a sigla ao passado, se apresentando como novidade nas eleições ao governo da Bahia em 2022.
Em quase todas entrevistas, ACM Neto liga o PT ao passado de uma maneira negativa, e cita o “legado” de violência e educação de má qualidade a ser deixada pelos governos da legenda na Bahia.
“ACM Neto é um novo que já nasce velho. Digo isso porque ele representa a volta de um tipo de política que a Bahia não quer mais. Do tempo em que uma família mandava em tudo, tutelava o Poder Judiciário, controlava a imprensa, tratava adversários como inimigos e somente os amigos deles tinham oportunidade de investir”, alfinetou Valadares.

O cacique da legenda exalta aliança construída por seu partido para governar o estado, que segundo ele vive novos tempos, diferente de quando ACM ditava o tom no comando do executivo estadual.
“A Bahia vive hoje, com Jaques Wagner, Rui Costa, Otto Alencar, João Leão, Lídice da Mata, enfim, com nosso grupo, o time de Lula, um novo momento, uma nova cultura política. Com liberdade, democracia, respeito, diálogo e com uma enorme capacidade de combinar os grandes investimentos em infraestrutura – estradas, metrô, policlínicas, etc – com ação social, com foco no desenvolvimento humano, no acesso a água, a energia elétrica, no cuidar de todos e todas, sobretudo, de quem mais precisa. Portanto, esse retrocesso, esse atraso, essa volta da panelinha é o que ACM Neto defende, representa e será rejeitado pelo povo baiano nas urnas”, destacou Éden Valadares.
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