Após ser acusado de “nomear um ladrão” e ser chamado e “vagabundo”, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), estuda se atenderá ao pedido em tom de provocação do pastor-presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, e entrará com um processo contra ele.
Na última sexta-feira (3), acompanhando o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), durante o ato de assinatura do contrato da FIOL com a Bamin, em Tanhaçu, o pastor evangélico atacou o Consórcio do Nordeste pela compra fraudulenta de respiradores 300 respiradores durante a gestão Rui Costa, ao custo de R$49 milhões, e que não foram entregues. Malafaia culpou Carlos Gabas, diretor executivo à época da transação e atualmente, pelo ato que causou o desvio milionário dos recursos públicos.
“Só para lembrar que o dinheiro que governo federal mandou para prefeituras e governos estaduais dava para fazer mais de 40 mil leitos de UTI de ponta, evitado morte de brasileiros na pandemia, e que foi roubado na safadeza. Quer exemplo? O governo da Bahia, o governador nomeou um ladrão, um ladrão chamado Carlos Gabas; me processa, vagabundo! Sabe o que esse cara fez? Comprou R$49 milhões, e pagou à vista, de respiradores em uma empresa de maconha, respiradores que nunca chegaram; Já pararam para pensar quantos baianos, nordestinos morreram por causa de um vagabundo canalha como esse?”, atacou Silas Malafaia.
Nesta segunda, o pastor voltou a provocar compartilhando o vídeo de seu discurso contra o governador em sua rede social com a seguinte legenda: “Chamo petista de ladrão. Vai me processar?”
O OFF News provocou o governo do estado, que informou que o governador não irá “com nota ou declaração”. Questionado sobre se a resposta será mesmo pela via jurídica, o assessor de comunicação não mais respondeu aos nossos contatos.
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