Presidente da CPI da Covid fica indignados com justificativa do Sírio Libanês sobre estado de empresário do FIB Bank: “ele virá aqui nem que seja de maca”

Tolentino FIB Bank

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O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), solicitou que o empresário Marcos Tolentino, apontado como sócio oculto do FIB Bank, empresa fiadora da Precisa com o Ministério da Saúde, que não tinha capital para operação bilionária, seja conduzido coercitivamente para depoimento à CPI da Pandemia.

O depoimento de Tolentino estava marcado para última quarta-feira (2), mas ele não compareceu.

O FIB Bank concedeu uma garantia de R$ 80 milhões no contrato da Precisa Medicamentos para fornecimento da vacina Covaxin.

Apesar de estar internado com quadro de formigamento, o empresário concedeu entrevista ao site O Antagonista menos de cinco horas após dar entrada no Sírio libanês de Brasília. Ele aparenta no vídeo está em perfeito estado de saúde.

“Vou pedir que traga ele coercitivamente nem que seja na maca. Como ele já tem o lorota Bank, pode ser que esse seja outra lorota dele. Tolentino é um fraudador. Ele virá aqui nem que seja de maca. Temos que pedir condução coercitiva, ele vem de maca”, reforçou Aziz.

O senador do PT de Sergipe, Rogério Carvalho, que é médico, questionou o relatório do Sírio Libânes enviado à CPI da Pandemia, que cita que o paciente precisará de atendimento médico, cirúrgico e até psiquiátrico: “ele é o loroteiro. Lorota banco, lorota doença”.

Outro que bradou contra a manobra de Tolentino para não comparecer à CPI da Pandemia foi o relator, Renan Calheiros: “onde ele está, está a fraude, a roubalheira”.

Até o senador Jorginho Mello (PL), governista, ironizou o empresário ao aparecer bem animado no vídeo de entrevista ao O Antagonista: “ele está sorrindo no vídeo. Isso talvez seja pela dor pélvica”.

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