O ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima negou que tenha se encontrado, junto com seu irmão, Geddel Vieira Lima, com o ex-presidente Lula durante sua passagem pela Bahia, na semana passada.
Os caciques do MDB estiveram ao lado de Lula durante os seus governos. Geddel foi ministro da Integração Nacional do Brasil durante o governo do petista.
Ao ser questionado sobre os rumores de um encontro extra-agenda, Lúcio respondeu: “só se foi durante um banho de mar na Barra. Não teve reunião nenhuma. Não teria condições deu ter me reunido com Lula e não ter registro, uma foto, um vídeo. Esses rumores especulativos só confirmam a relevância do MDB”.
Apurações de bastidores do OFF News confirmaram que o MDB estava na lista dos partidos convidados por Jaques Wagner (PT) para participar do encontro organizado com Wagner com partidos aliados, ocorrido na última quinta-feira (26).
Questionado se o partido teria sido sondado por Wagner, virtual candidato ao governo da Bahia em 2022, Lúcio desconversou: “Como eu já disse, eu converso com Lula, Wagner, com qualquer um, mas não participei de encontros. Eu iria com o maior prazer se o MDB tivesse definido seus planos para 2022 Hoje o nosso foco está na organização para as eleições do ano que vem, meu foco tem sido tocar a vida do partido. Quando quem quiser o apoio do partido estiver disposto a conversar, achar que é conveniente, vamos sentar e ver o que é melhor para o povo baiano, o MDB está com o que achar que é melhor para Bahia.
Absolvição
Questionado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal, na última semana, que reduziu o absolveu da pena de organização criminosa, o ex-parlamentar do MDB afirmou: “Se eu não declarava nada quando era contra mim, não tenho o que declarar sendo algo a favor. Sempre respeitei a justiça, e sempre disse que em processo se manifesta é nos autos. Veio a boa notícia, não tenho que ficar preocupado e nem vibrando”.



