O líder de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, o parlamentar Ricardo Barros, divulgou uma nota e utilizou uma rede social para rebater as respostas enviadas pela CPI da Pandemia ao Supremo Tribunal Federal. A CPI da Pandemia negou, em resposta ao Supremo, que haja vazamento de documentos sigilosos sob guarda da comissão, e alegou que Barros faz “defesa frenética, desleal e imbuída de má-fé”.
“A CPI não dormiu para responder a ministra Cármen Lúcia, do STF, sobre vazamentos. Contraditei a ela a narrativa mentirosa e sem fundamento. A CPI não teve confirmação de nenhum depoente de suas acusações”, escreveu Barros no Twitter.
O parlamentar do PP também acusou o comando da CPI da Pandemia de restringir o acesso dele ao dados:
Na mesma rede ele divulgou uma nota acusando à CPI da Covid de desonestidade intelectual: “CPI sofre de desonestidade intelectual e usa a imprensa para publicar suas versões mentirosas e sem fundamento. Vazamento é crime e os responsáveis devem ser punidos”.



