A CPI da Pandemia negou ao Supremo Tribunal Federal que tenha vazado os dados fiscais do líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, o parlamentar Ricardo Barros (PP-PR).
Barros é apontado como o nome citado por Jair Bolsonaro ao ser informado do esquema da Covaxin, segundo o também deputado Luis Miranda (DEM-DF). Na semana passada, Barros virou investigado na CPI da Pandemia.
A resposta é resultado do questionamento de Barros na corte, que alega vazamentos de suas informações sigilosas à imprensa.
“Por ora, prestaram-se informações mais que suficientes para se rechaçar de forma peremptória a infundada alegação do impetrante de que a comissão parlamentar de inquérito tenha desacatado a decisão adotada e violado seu sigilo de dados”, diz a Advocacia do Senado. Federal, em documento obtido pela CNN Brasil.
A comissão, de acordo com documento obtido pela CNN Brasil, afirmou ainda que Barros promove “defesa frenética, desleal e imbuída de má-fé” ao declarar, “sem qualquer indício de prova”, que os dados sigilosos tenham sido vazados.
O deputado do PP tem usado suas redes sócias para reclamar dos vazamentos da CPI. Ele afirma afirma ter sido procurado por um jornalista que teria tido acesso a informações obtidas por meio de relatório de inteligência do Coaf. O documento é listado como sigiloso pela CPI da Covid.



