Em ato com Lula, presidente da ALBA pede Rui Costa como ministro em 2023 e critica Bolsonaro: “anomalia que está como presidente”

Lula, Rui e Adolfo

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O ex-presidente Lula foi recebido com gritos de presidente por membros de movimentos sociais na chegada à Assembleia Legislativa da Bahia, no final da tarde desta quarta-feira (25).

Lula foi homenageado com uma imagem da Santa Dulce dos Pobres pelo presidente do PT Bahia, Éden Valadares, e com uma camisa do Bahia, pelo presidente da ALBA, Adolfo Menezes (PSD).

Em sua discurso, o presidente da ALBA fez lobby para Rui Costa virar ministro caso Lula ganhe a eleição.

“A partir de 2023, pode escolher esse craque para qualquer ministério do seu governo”, destacou Adolfo Menezes. 

Ele também destacou o legado petista e atacou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Quero dizer ao presidente Lula que o Brasil precisa do senhor, tenho certeza que o Senhor Bonfim, a Santa Dulce dos Pobres, irão iluminar esse povo para tirar essa anomalia que está como presidente, do qual sofremos as agruras; principalmente aqueles que durante seu período foram tirados da pobreza e hoje voltam à época medieval, de usar lenha por não poder comprar bujão, que paga gasolina de sete reais, que leva a inflação, leva pobreza. Um presidente que em quase três anos não recebeu um presidente de 1º ou 2º mundo, ninguém quer encostar nessa anomalia, que devasta o meio ambiente, que permiti que se invada terra indígena, faz tudo na contra mão que o senhor e a presidente Dilma avançaram”, pontuou o presidente da Assembleia.

Lula recebe imagem de santa Dulce dos Pobres de uma criança / Foto: Reprodução PT Bahia Youtube

ACM Neto

Em seu discurso, o presidente do partido dos trabalhadores do estado destacou seu compromisso para manter a unidade entre os partidos para 2022 e prometeu ampliar os 4 milhões de votos dados para Haddad em 2018.

Ele aproveitou para atacar o virtual candidato ao governo da Bahia, o presidente nacional do Democratas, ACM Neto, destacando que o PT estabeleceu um jeito novo de fazer política, que não é com “mandonismo e nem tutelando a Assembleia e a imprensa, em referência ao governo de Antônio Carlos Magalhães.

“O nosso entender, a BAHIA não vai andar para trás, não quer alguém que apoie esse governo genocida, incopetente. Quer alguém que traga mais policlínica, hospital, saúde, transformações. Não quer seguir a linha do presidente da República. Tenho certeza que os baianos vão votar nesse grupo, em Wagner, Otto, PSB, PCdob”, destacou Éden Valadares.

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