Após a motociata realizada na tarde deste sábado em Florianópolis, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a fazer ameaças contra os classificados por ele como inimigos da vontade popular, que são os que se posicionam contra o voto auditável.
O presidente da República deixou claro que o seu pleito pelo volto impresso, expressado na PEC em tramitação na Câmara, que teve parecer pela rejeição aprovado na última sexta-feira (6) e que deverá ir ao plenário na próxima semana, é um desejo da população.
“Não vão ser um ou dois ministros do STF que vão decidir o destino de uma nação. Vão quebrar a cara. Não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar. Respeitem a nossa Constituição, respeitem a vontade popular. Nós queremos e exigimos nada mais além disso. Não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar, não queiram impor a sua vontade porque quem está com Deus e com o povo tem realmente o poder”, destacou Bolsoanro em cima de um caminhão em Florianópolis, afirmando que suas alegações não são “advertência e nem um ultimato” contra Suprema Corte do País.
Ainda em Santa Catarina, na última sexta-feira (6), Bolsonaro chamou o ministro Luis Roberto Barroso de “filho da puta”, ao criticá-lo por campanha contra o voto impresso.



