O Ministério Público Federal abriu, nesta sexta-feira (23), um inquérito civil para apurar as denúncias sobre um suposto pedido de propina por parte do ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, ao policial militar de Minas Gerais e representante da Davati Medical Supply, que se apresenta como revendedor da AstraZeneca.
“Em 1º de julho, durante sessão da CPI da Covid, o cabo Luiz Paulo Dominguetti disse que o ex-diretor condicionou a compra de 400 milhões de doses de vacinas da Astrazeneca ao pagamento de propina de US$ 1 por dose do imunizante. O pedido teria ocorrido em fevereiro, durante um encontro em um shopping no centro de Brasília. Segundo portaria publicada hoje pela Procuradoria do Distrito Federal, o objetivo da investigação é “apurar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, e outros agentes públicos e privados”, diz O Antagonista.



