CPI da Covid adia depoimento de empresário dono da Precisa, empresa intermediária da Covaxin, após ele conseguir direito ao silêncio no STF

CPI da Pandemia

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A CPI da Pandemia vai ouvir o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos.

A Precisa é a intermediária da compra das vacinas Covaxin, da Bharat Biotech. Em depoimento à CPI na última sexta-feira (25), o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, Luis Ricardo Miranda, que é servidor concursado do Ministério da Saúde, indicaram suspeitas de irregularidades envolvendo a compra dessa vacina. A data do depoimento de Maximiano, inicialmente marcada para esta quinta-feira (1º) foi adiada depois que ele obteve o direito de permanecer em silêncio na CPI.

Segundo o depoimento de ambos os irmãos, Luis Ricardo teria sido pressionado por seus superiores no Ministério da Fazenda a agilizar a compra da Covaxin.

O requerimento para a convocação de Maximiano foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

O parlamentar afirmou, em entrevista à Agência Senado, que esse depoimento é importante “para que seja possível esclarecer os exatos termos das tratativas entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a aquisição da Covaxin”. Ele também disse que a oitiva do sócio da Precisa pode ajudar a “apurar eventual beneficiamento ilícito” dos envolvidos no negócio”.

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