Carlos Wizard diz que “jamais” tomou conhecimento do gabinete paralelo ou influenciou Jair Bolsonaro e decide ficar em silêncio durante oitiva na CPI da Pandemia

Senado

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O empresário Carlos Wizard, amparado por habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), decide ficar em silêncio e não responder aos questionamentos dos senadores da CPI da Pandemia.

Ele é apontado como um dos membros do chamado gabinete paralelo, grupo de aconselhamento extraoficial ao presidente Jair Bolsonaro para tomada de decisões acerca da pandemia.

Em um longo discurso em que cita sua fé, o empresário destacou que: “Jamais tomei conhecimento de gabinete paralelo. Jamais tenho conhecimento, foi abordado ou convocado para participar de qualquer gabinete paralelo”.

Ele ressaltou também que “jamais, em tempo algum, nunca participei de uma única sessão, uma reunião em privado com o presidente da República. Participei de eventos públicos em que o presidente estava presente. Fica evidente que jamais tive qualquer influência com o presidente ou no suposto gabinete paralelo”.

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