O empresário do ramo de idiomas, Carlos Wizard, deve comparer à CPI da Covid na próxima quarta-feira (30).
Wizard faz parte da investigação do chamado ‘gabinete paralelo’, que seria um núcleo de assessoramento paralelo que prestou consultoria informal ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adotar decisões acerca da pandemia, muitas delas indo de encontro ao que recomendava o Ministério da Saúde.
Segundo O Globo, o empresário requereu ao comanda da CPI uma autorização especial para voltar aos Estados Unidos logo depois sua oitiva. Com isso, ele não poderia ser preso caso mentisse à comissão de inquérito que investiga as ações e omissões do governo federal na condução da pandemia.
Na semana passada, a Justiça Federal autorizou a retenção do passaporte do empresário. A entrega será feita assim que ele desembarcar no Brasil.



