Após o secretário Marcelo Campello afirmar, em oitiva nesta terça-feira (15), que enviou ofícios no dia 7, 8, 10 e 11 de janeiro, cobrando o Ministério da Saúde um apoio logístico em relação ao fornecimento de oxigênio, o senador Eduardo Braga (MDB) reclamou: “Enquanto ele trocava ofício, 250 pessoas estavam morrendo em Manaus por dia. Desde julho estava claro o aumento exponencial do oxigênio em Manaus. Estamos falando de julho e as pessoas morreram em janeiro, seis meses para providência o oxigênio”.
O secretário disse também que no dia sete de janeiro solicitou ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apoio para transferência de oxigênio. Pazuello disse na CPI que foi informado do problema no oxigênio no dia 10.
O secretário afirmou que só houve intermitência de oxigênio nos dias 14 e 15.
“Secretário, não foi só dois dias. Nós vimos pessoas nos hospitais com oxigênio na mão”, afirmou o senador Omar Aziz (MDB), presidente da CPI da Pandemia.



