Bolsonaro ataca Doria, defende cloroquina e fim da máscara em discurso após motociata em SP

Jair Bolsonaro

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Após realizar uma ‘motociata’ com direito a acidente e esquema de segurança milionário em São Paulo, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), em discurso na praça do Monumento às Bandeiras, neste sábado, repetiu o discurso de sempre: atacou o governador João Doria (PSDB), chamando-o de “ditador” por ter fechado o comércio e as igrejas durante a pandemia.

“O isolamento praticado no Brasil, em especial em São Paulo, não tem fundamento científico. Eu não mandei fechar igrejas. A igreja mais que um refúgio, é um local onde muitas vezes se encontra forças para continuar vivendo. Podem ter certeza. Nós jogamos dentro das quatro linhas da Constituição. Esperamos que não seja necessário que edite uma medida legal mais contundente para fazer cumprir dispositivos da nossa Constituição”, afirmou Bolsonaro.

Ele também defendeu a cloroquina e voltou a falar do projeto de Ministério da Saúde para desobrigar o uso de máscara.

“Brasil na verdade tem um dos índices mais baixos de mortes por Covid graças ao tratamento precoce (…) Eu tomei cloroquina e no dia seguinte estava curado. A cloroquina é uma solução barata, por isso ninguém fala dela. Eu agora propus, há dois dias, para o ministro da Saúde que estude a possibilidade, levando-se em conta a ciência, se podemos ou não sugerir a não obrigatoriedade de máscara para quem já contraiu o vírus ou para quem já foi vacinado. Quem porventura for contra essa proposta, de não obrigatoriedade para quem já foi vacinado, é porque não acredita na ciência. O vacinado não tem como transmitir o vírus”, reforçou Bolsonaro.

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