Cerca de 17% dos documentos entregues à CPI da Covid estão sob sigilo

CPI

Compartilhe essa notícia!

Cerca de 17% (87) dos 514 documentos entregues à CPI da Covid, até a quarta-feira (26), estão sob sigilo e só podem ser acessados por integrantes da comissão.

“A maioria deles foi enviada por procuradorias, promotorias, pelo Ministério das Relações Exteriores e por empresas que negociaram com o governo federal durante a pandemia. Entre os papéis restritos, há informações oficiais do Ministério das Relações Exteriores sobre a adesão do Brasil ao consórcio internacional de vacinas Covax Facility e sobre a viagem feita à Israel em março deste ano. Eles foram apresentados como “prova” de depoimentos realizados na comissão”, diz O Estadão.

Os documentos confidenciais não se restringem às informações do governo federal. Muitos deles tratam de investigações em andamento sobre o uso de recursos federais no combate à pandemia nos estados e municípios.

“De acordo com o presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM), ao longo do último mês, foram recebidos pela secretaria da comissão 300 gigabytes de documentos, sendo 100 gigabytes de dados sigilosos. Renan afirmou que os documentos “já chegam na comissão como sigilo imposto pelo órgão que forneceu as informações”. Segundo ele, os dados serão citados e vão colaborar com o relatório final da CPI. “São as provas dos depoimentos.”, diz O Estadão.

Deixe seu comentário

guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado

Últimas