O médico Dimas Covas, presidente do instituto Butantan, afirmou que na Europa não se discute mais a tese da imunidade de rebanho.
A medida esteve no radar do Ministério da Saúde em 2020, e um das linhas da CPI analisam se essa medida foi colocada em prática em Manaus, através de flexibilização das regras de proteção.
“A tese da imunidade de rebanho já foi descartada há muito tempo. A vacina, nesse momento, ajudaria muito, mas não abortaria a segunda onda. As outras medidas, as não farmacológicas (uso de máscara e distanciamento social) são fundamentais”, destacou Covas.



