O senador bolsonarista Eduardo Girão (Podemos) e Otto Alencar (PSD) iniciaram uma discussão após o parlamentar baiano utilizar o termo charlatanismo para se referir as pessoas que indicam remédio sem serem médicos, em referência ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e seus apoiadores, que defendem o uso de hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19.
“Você está incomodado porque estou querendo ver o Consórcio do nordeste, o que está acontecendo na Bahia. Se quer a verdade, me ajude a ir atrás do consórcio do nordeste, do governo da Bahia, dos hospitais da Bahia”, destaco Girão.
Otto Alencar rebateu, dizendo que não tinha citado o senador do Ceará, mas que ele tinha tomado as dores: “Vamos ver sim. Prescrever medicamento sem ser médico é charlatão mesmo”.
O clima esquento e o presidente da CPI, Omar Aziz (MDB), antes de suspender a sessão por 10 minutos, afirmou para Otto Alencar que os atos de Girão, de ficar reiterando que governadores e prefeitos têm que ser investigados, “é para que não tenhamos CPI”.



