O ministro Marcelo Queiroga, da Saúde, avalia , durante oitiva na CPI da Covid, nesta quinta-feira (6), que, só com o reforço na produção de vacina do Instituto Butantan e na fundação FioCruz, o país poderá “dar uma resposta na vacinação” dos 89 milhões de brasileiros dos grupos prioritários que ainda aguardam a primeira dose.
“Estamos trabalhando fortemente para conseguir essas doses, em contato com a Pfizer, indústrias farmacêuticas, China, havendo esse reforço [chegada das doses], o nosso sistema de vacinação é capaz de dar essas respostas. Precisamos fortalecer a produção do Butantan, Fiocruz, conseguir doses prontas para vacinar o público prioritário para partir para a vacinação do povo brasileiro como um todo”, destacou Queiroga.
A frase ocorre um dia após o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sinalizar que o maior parceiro comercial do Brasil, a China, é o responsável pelo coronavírus e que faz “guerra biológica” contra o mundo.



