Presos fazem motim de duas horas em penitenciária de Valença

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Presidiários do Conjunto Penal de Valença, na região do Baixo Sul da Bahia, iniciaram uma rebelião na tarde desta terça-feira (1). O motim teve duração de duas horas, foi controlado e não deixou feridos, segundo informações passadas ao CORREIO pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). O motivo inicial da revolta dos internos teria sido a apreensão de drogas e celulares que foram jogados no interior da prisão.

O Sindicato dos Servidores Penitenciários da Bahia (Sinspeb) informou que a unidade é administrada por uma empresa terceirizada, a Reviver Possível, e, portanto, não representa os trabalhadores do presídio de Valença. Ao todo, a Reviver gere outras três penitenciárias baianas, localizadas nas cidades de Eunápolis, Juazeiro e Serrinha. O CORREIO não conseguiu contato com a empresa através do telefone disponibilizado no site.

A unidade de Valença é um presídio de segurança máxima destinado ao cumprimento de pena em regime fechado, semiaberto e provisório, atendendo 19 comarcas da Bahia.

A Seap disse que fará uma apuração administrativa, através das imagens gravadas pelo circuito fechado de televisão (CFTV), para identificar os danos materiais e os envolvidos. Além disso, também abrirá um inquérito civil para colher evidências e provas a serem levadas à justiça.

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