O senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid, criticou o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, por não ter atuado na crise do oxigênio do Amazonas, que causou a morte de mais de 3 mil pessoas, no dia do pico e nos dias subsequentes.
“Não permitiram um avião. O oxigênio veio da Venezuela de estrada. Se a FAB tivesse intervindo, em uma hora e meia tinha ido e voltado [ com os oxigênio]. Com o tempo para levar esse oxigênio [de carro], morreu muita gente. Se você tivesse agido, teríamos evitado essas mortes”, criticou Aziz.
Ao ser questionado pelo vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (REDE), Araújo admitiu que não entrou em contato com o governo Venezuelano e nem agradeceu pelos oxigênio enviado.
Ao ser interrogado pelo senador Eduardo Braga (MDB), Ernesto Araújo revelou que tentou auxiliar a chegada de oxigênio ao país via EUA, mas que não foi concretizada por uma negativa de informação por parte do governo do Amazonas, acerca das especificações dos cilindros de oxigênio.



