Exército usou recurso de vacina para comprar cloroquina

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O Exército Brasileiro destinou recursos previstos para serem utilizados no programas de vacinação para gastos sigilosos, manutenção de hospitais das Forças Armadas e na compra de remédios sem eficácia no combate ao novo coronavírus, segundo apurou o jornal Folha de São Paulo.

Foi firmada, em janeiro, uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa para que as Forças Armadas auxiliassem a vacinação em todo o país. Seriam destinados R$ 95 milhões para esse programa; dos quais, R$ 16,9 milhões já foram liberados.

Segundo apuração da Folha, parte deste dinheiro foi destinado a gastos sigilosos do Centro de Inteligência do Exército (R$ 150 mil) e para a aquisição de medicamentos como a cloroquina e a azitromicina (R$ 5,2 mil)

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