O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou, nesta terça-feira (14), durante oitiva com o advogado Marcos Tolentino, apontado como sócio oculto do FIB Bank, que se declara como “apenas o advogado”, que um esquema de compra de precatório no Paraná poderá respingar no líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR).
“O líder do Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros; espero que o presidente não chame o Temer para fazer uma cartinha pedindo desculpas por Ricardo Barros. Vai acabar fazendo, vai ter que fazer… Ele queria vender precatório”, criticou Aziz.
O esquema seria para compra de precatórios de funcionários públicos a ‘preço de banana’, seguido de lobby no governo federal para antecipar o pagamento que costuma levar anos. O boom de precatórios aprovados no Orçamento desse ano, sob aval do Superior Tribunal de Justiça, paralisou o governo federal, que tenta parcelar o montante bilionário para não cometer crime de responsabilidade.



