Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro, usou, durante oitiva na CPI da Covid, nesta terça-feira (18), os dados da balança comercial entre Brasil e China para questionar o que classificou como “alegados prejuízos comerciais” causado em sua gestão no Itamaraty.
Questionado sobre a animosidade contra o país asiático, o ministro destacou:
“Certamente não de minha parte; E isso se reflete em dois dados concretos: o nosso comércio aumentou significativamente ao longo do governo, 9% das exportações em 2020, é 33% do mercado total de nossas exportações. No Comércio, não houve nenhuma piora por causa de minha atuação. O prejuízo que essa alegada hostilidade causaria nos nossos interesses comerciais, os números indicam que não houve prejuízo nas relações comerciais. Não há indício no comércio que nossa atuação tenha causado prejuízos comerciais”, destacou Araújo.
O ex-ministro das Relações Exteriores destacou que o Brasil é “o país que mais recebeu insumos e vacinas em momentos de escassez mundial”. E destacou que os insumos não foram entregues por declarações suas e do governo contra o país asiático, através das redes sociais e notas da embaixada, mas que ocorreu por “problema que se que caracteriza, excesso de demanda, falta de oferta. Dentro disso”.
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