Os recentes constantes ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) contribuíram para emperrar a sabatina do ex-advogado-geral da União, André Mendonça, no Senado Federal.
Na próxima quinta-feira (19), em mais um ato da disputa entre o presidente e membros do Supremo, Bolsonaro deve levar ao Senado os pedidos de impeachment de Alexandre de Moraes e de Luis Roberto Barroso.
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o ex-presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), avalia que não há clima para pautar a indicação do ex-chefe da AGU neste momento, segundo apuração da colunista Bela Megale, de O Globo.
O parlamentar quer esperar a relação entre o chefe do Planalto e o Judiciário melhorar para submeter o nome de Mendonça à aprovação do colegiado. E só depois desse passo que o indicado de Bolsonaro deve passar pela sabatina do plenário.



