Questionado sobre sua atuação para intermediar a compra de lotes da hidroxicloroquina na primeira onda, em 2020, mesmo em um período em que a OMS já havia sinalizado acerca da ineficácia do medicamento, durante oitiva na CPI da Covid, o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, respondeu que agiu motivado pela baixa de estoque do medicamento no ministério da Saúde.
“Baixou o estoque. Por isso procuramos buscar insumos para as farmacêuticas, que já estavam contratados e não sabíamos se a cloroquina havia uma demanda maior. É um remédio para doenças crônicas, cujo estoque precisa ser preservado e que havia baixado. Independente do que havia sobre ele ser usado para o tratamento da Covid-19”, explicou Araújo.
O ministro destacou que teve “total empenho para viabilizar a compra e a importação de vacinas” e que no caso da hidroxicloroquina, foi o “Ministério da Saúde que pediu para que procurasse viabilizar essa importação. Implementei o pedido a partir da coordenação com o MS”.



