O presidente nacional do Democratas e virtual candidato ao governo da Bahia em 2022, ACM Neto, afirmou, em entrevista ao A Tarde, que as ideias do seu virtual rival na disputa, Jaques Wagner (PT), “dialogam com o passado”.
“Eu não gosto de usar essa expressão “velho” porque ela vem carregada de uma certa dose de preconceito. Respeito o senador Jaques Wagner, não iria aqui detratá-lo de maneira alguma, mas, na minha opinião, a cabeça do senador, a história, e o trabalho dele dialogam com o passado, e eu quero conversar com o futuro. E é exatamente esse contraponto que eu acho que a gente pode fazer. É obvio que se você enxerga quadros do passado que estão hoje estabelecidos na política da Bahia, você vai lembrar de Jaques Wagner. Se você quer pensar no futuro, em algo novo, diferente, mais arrojado, mais criativo, mais inovador, então você pode pensar em outras alternativas”, afirmou Neto.
Ao ser questionado sobre o fator Lula, que tende a influenciar o pleito na Bahia estando na corrida eleitoral ao Palácio do Planalto, o presidente do Democratas afirmou: “O eleitor baiano é independente. Ele sabe distinguir bem o que é uma eleição presidencial e uma eleição para governador.
Questionado sobre uma eventual união ao ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), ele sinalizou que não há veto: “o que vai acontecer ou não, e articulações políticas futuras somente o tempo dirá”.



