Segundo turno: quem faltou no primeiro pode votar

Abstenção eleitoral: Minas Gerais concentra municípios com mais ausências

Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo, no segundo turno das eleições para presidente da República e para governador em seis estados e no Distrito Federal. No primeiro turno, 33 milhões de eleitores não compareceram às urnas. Em entrevista à TV Senado, o consultor legislativo Arlindo Fernandes analisa os índices de abstenção, o voto branco e nulo e a importância da participação dos eleitores.

Abstenção eleitoral: Minas Gerais concentra municípios com mais ausências

Eleições: quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo

A abstenção no primeiro turno das eleições de 2026 chegou a 21,08%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Oito dos dez municípios com maior índice de ausências estão em Minas Gerais, com destaque para a cidade de Rio Vermelho, onde 40,1% dos eleitores não votaram. Dificuldades de transporte, chuvas, distância e desinteresse ajudam a explicar o cenário. Quem não votou no primeiro turno pode participar do segundo, desde que o título esteja regular.

Outubro Rosa: Exposição retrata sobreviventes do câncer de mama

Programação do Congresso no mês da criança inclui projeto Visite Encena

Registrar a vida de quem enfrenta o câncer de mama. Esse é o objetivo da mostra “Cicatrizes”, exposição fotográfica que retrata a experiência de 11 mulheres e um homem após o diagnóstico. Disponível até 30 de outubro no Senado Galeria, a iniciativa integra o Outubro Rosa, campanha de conscientização sobre diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama.

PEC em análise no Senado amplia exploração econômica de terras indígenas

Presidente da CRA, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) conduz comissão.

Um projeto de emenda à Constituição (PEC) em análise no Senado permite que povos indígenas exerçam atividades florestais e agropecuárias, comercializem sua produção e celebrem contratos, inclusive de arrendamento e parceria. A PEC 10/2024  também assegura autonomia às comunidades para decidir sobre a partilha dos frutos dessas atividades e determina que a União as fomente por meio de políticas públicas de apoio.