Presidente do Republicanos na Bahia afirma que legenda trabalha para ampliar bases e que, se depender de seu apoio, deputado será o candidato a prefeito da capital; sobre eleição estadual, diz que chapa liderada por ACM Neto está “mais madura e fortalecida”.
O deputado federal e presidente do Republicanos na Bahia, Márcio Marinho, traçou cenários para o futuro político de Salvador e da Bahia durante a cerimônia de entrega da Comenda 2 de Julho, realizada nesta segunda-feira (23) na Assembleia Legislativa. O dirigente apontou o deputado federal Léo Prates, recém-filiado à legenda, como nome prioritário para a sucessão municipal de 2028.
“É evidente que o partido tem o desejo de ampliar suas bases políticas, fazendo vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador. Em 2028 nós estaremos discutindo a política da cidade de Salvador e, se depender do meu voto, do meu apoio, certamente o Léo Prates será o meu candidato a prefeito de Salvador em 2028”, afirmou Marinho, sinalizando que a articulação de alianças futuras já está em curso.
Chapa consolidada para 2026
Em relação às eleições de 2026, o dirigente demonstrou alinhamento com o grupo oposicionista liderado por ACM Neto (União Brasil) , ressaltando que a coalizão chega mais estruturada e experiente para o próximo pleito. De acordo com ele, a chapa majoritária já conta com bases consolidadas, incluindo as pré-candidaturas de João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) ao Senado, faltando apenas a definição do nome que ocupará a vice, decisão que caberá ao próprio Neto.
“Neto hoje está mais maduro, hoje o grupo político está mais fortalecido. A chapa que nós vamos apresentar para a população baiana será uma chapa consolidada. Estamos organizando, e aí ele que vai fazer o anúncio da composição do vice”, explicou.
Desgaste e mudança
Marinho também destacou que a união entre forças de centro e direita surge como alternativa diante do que considera um desgaste do atual modelo de gestão no estado. Segundo ele, a insatisfação popular é impulsionada por problemas estruturais enfrentados diariamente pela população, com destaque para segurança pública, saúde e infraestrutura.
“O que a gente tem visto é um cansaço da máquina pública e uma vontade de mudança, de transformação no Estado. As pessoas querem uma mudança e eu tenho certeza que darão no dia 4 de outubro essa oportunidade para que o novo grupo político, com mais responsabilidade, preparado, possa estar à frente da gestão e fazer uma transformação”, concluiu.



