Prefeito de Itanagra, Marcus Sarmento, garante pagamento em dia após herdar déficit de R$ 33 milhões

MArcus Sarmento

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Gestor atribui rombo às administrações anteriores, com bloqueios judiciais e congelamento de repasses; ele afirma que adotou medidas de ajuste fiscal e já iniciou parcelamento da dívida

O prefeito de Itanagra, Marcus Sarmento, destacou que o pagamento em dia dos salários dos servidores municipais tem sido uma prioridade inegociável de sua gestão, mesmo diante de um cenário financeiro adverso herdado. Segundo o gestor, ao assumir o comando da prefeitura, a administração encontrou um déficit acumulado de aproximadamente R$ 33 milhões, além de bloqueios judiciais e congelamento de repasses.

Em publicação nas redes sociais, Sarmento descreveu o legado encontrado. “Assim como outros municípios enfrentamos muitas dificuldades, mas não deixamos isso nos paralisar. Quando assumimos a gestão encontramos um rombo de aproximadamente R$ 33 milhões, resultado de gestões passadas”, escreveu o prefeito. O gestor não citou nominalmente a administração anterior, mas a referência a “gestões passadas” aponta para o mandato de seu antecessor.

Ajuste Fiscal e “Parcelamento” da Dívida

Para enfrentar o rombo, Marcus Sarmento afirmou que a atual gestão adotou medidas de controle fiscal. “Com responsabilidade, transparência e muito trabalho, garantimos o pagamento dos salários dos nossos servidores e iniciamos o parcelamento dessa dívida herdada”, declarou.

A fala busca projetar uma imagem de gestão responsável e técnica, contrastando com a situação encontrada. O prefeito associou o pagamento regular à valorização do funcionalismo e à recuperação da confiança na administração municipal. “Hoje, seguimos olhando para o futuro com esperança. Itanagra está no rumo certo: crescendo com respeito ao cidadão, valorização do servidor público”, afirmou.

Contexto de Desafios Municipais

A declaração de Marcus Sarmento se insere em um cenário comum a muitos municípios baianos, que enfrentam dificuldades crônicas de caixa, agravadas por dívidas herdadas e pela complexidade do pacto federativo.

O discurso de “enxugamento” e “responsabilidade fiscal” é uma marca recorrente de gestores que buscam capitalizar politicamente a superação de crises financeiras herdadas, posicionando-se como administradores austeros em oposição a supostos antecessores irresponsáveis. O prefeito finalizou com um tom de otimismo e continuidade: “Vamos continuar avançando. Deus no comando!”.

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