Em entrevista à imprensa durante missa de sétimo dia do deputado estadual Alan Sanches nesta sexta-feira (23), a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos (PDT), falou bastante emocionada do legado do parlamentar, que também era médico. A pedetista fez questão de destacar principalmente o posicionamento humanitário de Sanches.
“Alan é um homem de bem, um político admirável, é um grande amigo. Eu já sabia muito do que ele fazia porque eu acompanhava também tudo na comunidade, em São Cristóvão, no Subúrbio e por toda a cidade. Mas sou impressionada com o que eu tenho visto de modo espontâneo nas ruas, as pessoas falando nos bairros, nos prédios, no metrô, no ônibus. Então a população, quanto mais carente, mais grata e reconhece o trabalho de Alan. As pessoas de modo muito espontâneo demonstrando essa gratidão”, declarou.
A pedetista ainda afirmou que aprendeu muito com o parlamentar, principalmente quando ela foi titular da Secretaria Municipal de Saúde e, disse que não consegue falar de Sanches no passado.
“Ele é um exemplo. Eu sempre fui sua amiga, aprendi com ele, com meu conselheiro nas políticas de saúde. Sempre o admirei como pessoa, como cidadã, como vice-prefeita, mas agora como alguém que tem um trabalho político, entendo que ele é um grande representante dessa boa política. Eu não consigo nem falar no passado, acabo falando no presente, tão forte que ele é para mim. Demorei muito para entender o que tinha acontecido”, continuou.
Ao finalizar, Ana Paula reiterou o legado deixado por Alan Sanches e ressaltou que o parlamentar construiu uma vida e uma carreira sólida.
“É uma pessoa, um ser humano incrível e que leva para mim como legado do que ele fez, como exemplo de vida. Que onde ele estiver, eu tenho certeza que ele está sendo recebido com muito amor, mas que ele tem a condição de continuar nos apoiando lá do céu, da espiritualidade e que surjam mais exemplos do trabalho de Alan. Ele, graças a Deus, deixou um legado na sua própria família, com seus filhos, não só Duda como um político, mas Léo também como um grande médico, Vitor, Bruninha, mas que mais do que na questão familiar, na questão de pessoa mesmo”, concluiu.



